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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

BEDA #11: Como começar a se tornar vegetariano - parte II

Hoje segue a segunda parte desse post aqui, com mais dicas sobre como começar a se tornar um vegetariano de forma simples e sem stress. São dicas úteis também pra quem não tem a intenção de ser vegetariano, mas pretende reduzir o consumo de carne.

Por onde eu começo?

Existem muitas formas e cabe a cada pessoa ver o que se adapta à sua vida. Quando me tornei vegetariana ainda não conhecia nenhuma dessas campanhas, mas aqui vão algumas ideias que tenho visto e gostei muito:

Segunda sem carne



As bases da Segunda Sem Carne estão nesse site, onde tem muitaaaaaas receitas fáceis, dicas de nutrição, notícias, depoimentos e uma lojinha fofa. Segunda-feira é o dia oficial de começar algo novo, então que tal começar a semana com uma alimentação sem carne? Sem contar que no final de semana a gente costuma exagerar em tudo (comida, álcool, açúcar...), então uma segunda-feira sem carne, com uma alimentação mais leve, colorida e nutritiva, pode funcionar como um detox pro corpo eliminar mais facilmente o inchaço e as toxinas.

Vegetariano de segunda a sexta-feira



Essa ideia eu vi nesse vídeo e achei muito interessante. O palestrante relata que vem pensando no quanto o consumo de carne causa danos ao meio ambiente e sofrimento aos animais; por outro lado, ainda não está preparado pra comer seu último hambúrguer. A solução que ele encontrou foi ter uma alimentação vegetariana de segunda a sexta-feira. Os finais de semana são livres, ele pode consumir carne ou não. (Claro que um vegetariano propriamente não come carne nem mesmo eventualmente, mas vocês entenderam a ideia, né?)

21 dias sem carne



Há vários anos, estudos vem mostrando que, ao praticar determinada coisa por 21 dias seguidos, ela se incorpora à sua rotina e se torna um hábito. Essa é a ideia do 21 dias sem carne, que vocês podem conferir nesse perfil do Instagram e nesse site. Ficar por um período mais longo como esse sem consumir carne já é suficiente para o corpo sentir os bons efeitos de uma alimentação vegetariana, como eliminação do inchaço, perda de peso, mais disposição, regularidade do sono, pele mais viçosa e hidratada. O perfil no Insta mostra dicas, mensagens de incentivo, fotos inspiradoras de comidas veganas e muitas receitas.

É como eu já disse antes: não precisa ser 8 ou 80, existem muitos meios-termos e todo esforço é importante e faz diferença!

Alguém a fim de tentar? Me contem!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

BEDA #5: Como começar a se tornar vegetariano - parte I

Algumas semanas atrás eu escrevi um post sobre como é ser vegetariana e a recepção foi tão, tão, TÃO INCRÍVEL que eu achei que era hora de falar mais sobre isso, então hoje vou dizer em algumas linhas gerais como uma pessoa pode começar a se tornar vegetariana, de forma gradual e bem relax.

Também são coisas válidas pra quem não tem a intenção de se tornar vegetariano, mas apenas reduzir o consumo de carne e ter uma alimentação mais natural e saudável.

Era pra ser um post só, mas ficou gigante então decidi dividir em duas partes. Na próxima semana eu publico a segunda.

1. Adicione alimentos à sua dieta



Você pode simplesmente começar retirando a carne do seu cardápio. Mas há outras formas.

Quando você pretende iniciar uma dieta (dieta = modo de se alimentar) com restrição de determinado grupo de alimentos, seja por qual motivo for (perda ou ganho de peso, ou mesmo em busca de uma vida mais saudável) a forma mais tranquila de fazer isso é começar inserindo novos alimentos no seu dia-a-dia. Se você é do time que almoça arroz, feijão, alface, tomate e bife, e só, vai obviamente se sentir mal se retirar a carne. Mas se você gosta de (e consome regularmente) arroz, feijão, lentilha, grão de bico, feijão branco, soja, alface, couve, acelga, repolho, tomate, cenoura, beterraba, batata, abobrinha, cogumelos, e mais algumas frutas, o processo todo vai ser bem mais fácil. Eu já disse antes: ser vegetariano é descobrir um mundo de novos sabores, e eles podem sim ser espetaculares! Então, enquanto retira a carne das suas refeições, inclua mais vegetais. Desafie-se a experimentar. Quando você se der conta, nem estará sentindo falta da carne e vai ficar plenamente satisfeito com os vegetais.

2. Vá a restaurantes vegetarianos



Eles são excelentes lugares para conhecer novos alimentos, ou mesmo novas preparações feitas com alimentos que você já conhece. De vez em quando almoço em um restaurante vegetariano e foi lá que eu conheci coxinha vegetariana (com recheio de proteína texturizada de soja e legumes, tudo super bem temperado), feijoada vegana (com as proteínas de soja defumadas, e estava perfeito) e lasanha de berinjela (estava maravilhosa, e olha que eu nem gosto de berinjela).

3. Aprenda a cozinhar



Isso não é essencial, mas facilita muito a vida! Não precisa ser nível finalista do Master Chef. Sabendo o básico pra conseguir se virar já tá de bom tamanho. Pra mim, o impulso pra começar a cozinhar de verdade foi um curso de culinária chinesa que eu fiz pelo SENAC da minha cidade. Há muitas formas de aprender, seja em um curso presencial de curta duração (o que eu fiz foi de três horas por dia durante uma semana), em vídeo pelo Youtube, pelo Eduk, ou mesmo pedindo ajuda a alguém que você conheça. Também não existe necessidade de preparar uma refeição inteira de uma vez; faça um prato só, uma panqueca, uma torta, um quibe vegetariano, uns legumes refogados ou assados... Ninguém nasce sabendo, tem que ir tentando. A prática leva à perfeição.

4. Você não precisa de um rótulo



Quando você vai deixando de comer carne, é comum que as pessoas te pressionem pra colocar um nome na sua nova dieta. Esqueça isso. Não precisa levantar bandeira. Não existe necessidade de se apresentar logo de cara como vegetariano, ou vegano, ou crudívoro. Vá com calma e deixe os novos hábitos se incorporarem à sua vida.

5. Não espere apoio



Várias pessoas já me disseram que começaram a ser vegetarianas, mas voltaram a comer carne porque não tiveram apoio dos pais/namorado(a)/marido/esposa/amigos. Mas me fala que importância tem a opinião das pessoas sobre um hábito que você escolheu considerando que é o melhor pra você? Decida se é mais importante agradar aos outros (que, por mais que te amem, talvez não te entendam em alguns aspectos e não apoiem seus projetos) ou estar em paz com a sua consciência e o seu corpo.

Um breve relato: até hoje - mais de seis anos depois de ter me tornado vegetariana - eu escuto de pessoas próximas que não precisa ser tão radical e que é impossível viver sem comer carne. E daí? Faz parte! Eu fiz minha escolha por amor aos animais, ao meio ambiente e ao meu corpo e isso é o que me traz paz à consciência.

E aí, alguém disposto a tentar? Me conta!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Por que eu saí dos grupos vegetarianos do Face

Entre em qualquer página sobre vegetarianismo no Face ou no Insta, clique em um post aleatório e comece a ler os comentários: eis que a palhaçada começa.

Primeiro que tem aquele povo a quem falta louça pra lavar, livro pra ler, série pra assistir, trabalho pra fazer, sei lá, qualquer coisa útil pra ocupar o tempo e precisa mostrar ao mundo sua cretinice e entra lá só pra criticar, encher o saco e soltar frases burras contendo as palavras bacon, bife, tomates gritam, hipocrisia e afins. 

Mas ainda mais ridícula do que o povo que não é vegetariano e entra nesses grupos só pra causar, temos uma outra categoria: vegetarianos criticando outros vegetarianos. E essa, com sua constante chuva de palavras como hipocrisia e especismo, é a que me mata. A gente entra nesses grupos esperando encontrar um ambiente propício pra trocar ideias, falar de suas experiências, receber dicas, e ao invés disso vê um monte de gente se digladiando pra ver quem é mais vegan.

[Ouvi dizer que morre um panda cada vez que uma pessoa diz hipocrisia ou especismo. A mesma coisa acontece quando alguém diz tendência, in love ou digital influencer.] 

Meses atrás encontrei um ótimo perfil no Insta que falava sobre produtos veganos que podem ser comprados em qualquer supermercado. Tinha sucos, bolos, biscoitos, balas, docinhos, sorvetes e mais um zilhão de coisas, mostrando que pra ser vegano não precisa excluir todas as gordices do cardápio nem viver só de alimentos orgânicos e crus, é só uma questão de adaptação. Quando alcançou alguns milhares de seguidores, chegaram os enchedores de saco: "Mas esse produto não é vegano! A empresa que fabrica esses biscoitos também produz biscoitos contendo leite e ovos." 

Pois é. Acontece que ainda não escreveram O Livro Sagrado do Veganismo, então enquanto isso não acontece, será que dá pra deixar cada um ser vegano como pode e como entende correto? O mundo está globalizado, meu povo. Empresas compram outras empresas o tempo todo e isso torna difícil saber quando uma empresa é 100% vegana ou não, porque pode ser que uma empresa vegana seja só um braço de uma grande empresa não-vegana. Se uma determinada empresa produz alimentos veganos/vegetarianos e outros não, que tal escrever pra ela demonstrando seu interesse nos primeiros? Que tal convencer mais algumas pessoas a fazerem isso? É um feedback mais efetivo do que o boicote total sem comunicação nenhuma.

E se for pensar mais profundamente, aquele produto vegano pode estar sendo vendido em uma embalagem não reciclável que só vai poluir o planeta. Podem ter morrido roedores durante a colheita dos grãos de que ele foi feito. Ele foi transportado em um veículo que queima combustível fóssil e polui a camada de ozônio. Mon amour, nada é perfeito nesse mundo, nem mesmo seu biscoito vegano produzido pela empresa vegana que você ama. Então vamos ter bom senso antes de sair rosnando.

Continuando a minha saga, outro dia num grupo de vegetarianos alguém escreveu que recentemente tinha se dado conta do quanto podia fazer em defesa dos animais e do planeta. O cara relatou que tinha se tornado vegetariano há alguns anos, que passou a fazer compras mais conscientes pra causar o mínimo desgaste ao meio ambiente, que tinha inclusive adotado um cachorro de rua que estava abandonado e que deu a ele uma vida boa e feliz, que a vida dele próprio estava mais leve, e que estava satisfeito com o impacto positivo que suas atitudes vinham tendo nas pessoas que convivem com ele. O que algumas pessoas responderam?

"O que adianta adotar um cachorro, se você tem a morte no prato?"
"Espero que a ração do seu cachorro seja vegana, caso contrário sua 'atitude' não adiantou nada."
"Nem vegan você é e tá achando que faz muita coisa."

Sério. Eu quase tive um surto psicótico.

O cachorro que estava vagando pela rua, dormindo pelos cantos, sendo chutado, passando fome e frio, correndo risco de ser atropelado NÃO ESTÁ NEM AÍ se o cara que o adotou é vegano. O moço em questão deu a ele uma casa, comida, cuidados veterinários, amor e uma cama confortável pra dormir, sem contar que ele não precisa mais se preocupar se vai ser agredido ou se terá algo pra comer hoje. Assim como o porco que eu adotei não está interessado em saber o que eu como. Ele está muito ocupado vivendo - o que não aconteceria se eu não o tivesse levado pra minha casa.

O cara do comentário original deve ter ficado tão apavorado com a estupidez que outras pessoas escreveram em seguida que apagou o texto dele.


Isso não é uma regra, mas tem muito vegano por aí se achando a última Coca-cola do deserto só porque é vegano. Ser vegano é ótimo, é relevante pro planeta, é uma demonstração de respeito aos animais e ao meio ambiente, mas está longe de te tornar uma pessoa perfeita. Tornar-se vegano não transforma ninguém num elfo de Valfenda. Ser vegano não dá a ninguém o direito de apontar dedos na cara das pessoas nem de dizer que aquilo que elas fazem (em prol do meio ambiente e dos animais) é ridículo. 

Eu sei que, muitas vezes, a vontade de defender a natureza e os animais é tão grande que, na ânsia de fazer alguma coisa por eles, a gente pode acabar se equivocando e sendo indelicado (ou muito grosso mesmo, kkk) com aquela pessoa que adora dizer que é super carnívora, com aquela que diz que usa pele mesmo e não vai parar, com aquela que gosta de pescar, com aquela que usa seu blog pra fazer propaganda de produtos testados em animais. Mas a crítica destrutiva não leva a nada, a não ser à criatura em questão pegar ainda mais bode dos naturebas. 

Eu sou da opinião de que é impossível fazer tudo, mas é melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada. Claro que fazer muito é melhor do que fazer pouco, mas qualquer atitude, pequena ou grande, é importante. Ser vegetariano, ser vegano, separar o lixo, comprar só o necessário, não desperdiçar água nem energia, usar menos o carro, valorizar o comércio local, adotar um animal, cuidar dos animais de rua, não comprar produtos testados em animais, assinar petições, tudo tem sua relevância. Apoiar quem tenta fazer alguma coisa é importante. Menosprezar os esforços dos outros não leva a nada.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Links da semana

Semana passada estava lendo um texto qualquer e aí fui seguindo links, que levaram a outros links e mais outros e assim por diante até que fui parar no sensacional Menos 1 Lixo. Vocês já conhecem? Lá se fala de vida sustentável de forma prática, sem frescura e sem paranoias, tratando de consumo consciente de uma forma bem fácil de entender e pôr em prática. Um dos links da semana veio de lá!

1. Prédio residencial terá mais de 100 árvores na fachada!


2. A Faber Castell misturou pixel art (quem mais fazia? Eu era apaixonada!) com a mania dos livros de colorir e e lançou Color PXL: desenhos quadriculados pra baixar, imprimir e pintar. Uma fofura!


 
4. O que acontece se você parar de comer carne só de segunda-feira?

5. O amor bom é fácil (discordo desse texto em muitos pontos, mas vale a reflexão, além de ser uma delícia de ler!)

6. Um pai conta em quadrinhos os diálogos que tem com seus filhos Daniel e Bianca


7. O mundo anda hostil

"Nós criamos laços. Nós nos permitimos isso. E é essa a mágica da vida: descobrir o outro 
para além do superficial."

E vocês, o que andam lendo de bom na internet?

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Comprando produtos veganos na Casa Veg

Um dos pequenos desafios diários em ser vegetariano/vegano é encontrar comida pronta saborosa, saudável e prática, do tipo que é só aquecer e comer. Vários anos atrás eu encontrava facilmente pra comprar os produtos à base de soja da Superbom, mas depois passei a não achar mais nada nas três (!!!) cidades onde tenho residência, então a opção foi procurar na internet. Numa dessas buscas fui parar na Casa Veg e achei um monte de coisas legais.

Minhas compras foram essas:


Bife vegetal, salsicha vegetal, almôndega vegetariana ao sugo, cubinhos ao molho mexicano, medalhão ao molho madeira e gojiberry. Todos vem com 400g, exceto o Goji. Os produtos não tem conservantes nem corantes artificiais.

O bife e a salsicha eu já conhecia e são bons. O sabor é suave, então é legal acompanhar com um molhinho tipo ketchup, mostarda ou maionese (existe maionese vegana, viu gente?). A salsicha também fica bem gostosa com molho de tomate no cachorro-quente. Os outros produtos vou experimentar nos próximos dias e estou curiosa! Se quiserem post falando sobre eles, é só dizer aí nos comentários.

Na Casa Veg ainda tem uma infinidade de opções de cereais, suplementos, molhos, bebidas, biscoitos e doces, tudo vegano.


Gosto de gente que se preocupa com o bem estar do planeta! Nada veio embalado no plástico bolha e a caixa e a nota fiscal são de papel reciclado.
Como não vou precisar transportar coisas em caixas de imediato, dei pros gatos se divertirem e o Louis já deu um bom uso pra ela.

Aqui de boas escondendo meu ratinho de pelúcia

Fica então a dica para os vegetarianos e também pra quem procura por alimentos mais saudáveis e sem gordura animal!

* Este post não é publieditorial!

segunda-feira, 16 de março de 2015

Dois produtos pro esmalte durar mais

Quem me conhece com certeza já me ouviu resmungando por aí que eu tenho dois dramas na vida: primeiro, o esmalte não dura nada nas minhas unhas; segundo, minhas unhas quebram sem parar. E claro que uma coisa tem tudo a ver com a outra (unhas frágeis seguram menos o esmalte, e como odeio esmalte lascado eu faço a unha a cada três dias mais ou menos e acetona demais faz a unha quebrar mais... e assim por diante), mas eu já tentei um monte de coisas e quase nada é muito eficiente.
Tive a fase dos fortalecedores/endurecedores de unhas, que não resolveram nada.
Tive a fase dos top coats e experimentei dezenas deles, de Impala a Dior... e nada.
Testei várias marcas de esmalte... mesma coisa.
Então agora tô na fase das bases.

No mês passado estive de novo em Salto del Guairá e trouxe dois produtos bacanas: o Strong Adhesion Base Coat da China Glaze e o Studio Nails 24/7 da Essence.


Os dois produtos são super parecidos e o objetivo deles é o mesmo: fazer o esmalte durar mais tempo nas unhas. A aplicação é igual a de uma base comum e a textura fica meio emborrachada, mas isso não aparece depois de passar o esmalte.
Já usei os dois com esmaltes de marcas diferentes - Risqué, Cora, Hits e Granado - e ambos se comportaram melhor com o Risqué. Não fizeram milagre, o esmalte continuou dando umas lascadinhas logo no dia seguinte, mas bem menos do que com uma base comum, e dando uns retoquezinhos + extra brilho eles mantiveram o esmalte apresentável por uns 4 dias. E como eu preciso fazer as unhas com menos frequência, as unhas estão quebrando menos, então já valeu o investimento.

Paguei em torno de 4 dólares em cada um, o China Glaze (14 ml) no Shopping China e o Essence (8 ml) no Mapy.

Os produtos da China Glaze e da Essence não são testados em animais, e os da Essence são veganos, ou seja, não contém ingredientes de origem animal.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A pele das celebridades com Glam Glow

Vocês amam esfoliantes tanto quanto eu?
Depois de ver muitas resenhas elogiando a Glam Glow, decidi comprar pra estar com a pele linda no meu casamento. É uma máscara que ficou famosa por muitas celebridades afirmarem que a adoram e que usam antes de eventos importantes e sessões de fotos.
O problema é que, quando ela chegou, eu tinha usado outro esfoliante bem poderoso no dia anterior. Mas tinha uma festa naquele dia e estava mega curiosa pra testar a Glam Glow, aí não resisti e resultado: DEU ZICA! Hahaha não façam isso em casa! Precisei de umas compressas frias e uma camada extra de base pra tirar a vermelhidão da pele.
Na segunda vez que usei a Glam Glow, já estava há dias sem esfoliar e aí tudo correu super bem. Usei também no dia do meu casamento e deu o efeito que eu queria.

Gato blasé



O que ela promete: 
Uma máscara esfoliante que deixa a pele visivelmente radiante e brilhante. Ativa a síntese de colágeno, promove uma esfoliação na pele e ajuda a deixar a pele mais suave e brilhante, melhorando sua textura e diminuindo os poros. Proporciona uma aparência mais jovem. Absorve as impurezas sem retirar os óleos naturais e ajuda a proteger contra os danos dos radicais livres.

O que eu achei: 
Na página do produto na Sephora tem um vídeo frescurento mostrando a aplicação com pincel e removendo com esponjinha umedecida, mas pra adaptar pra vida real eu aplico uma camada fina com os dedos mesmo (óbvio, né? Quem aplica máscara com pincel?), e na hora de remover umedeço as pontas dos dedos e faço movimentos circulares pra ativar a power esfoliação. Quando canso de esfoliar, removo o que restar com água fria. A recomendação é usar duas vezes por semana ou quando desejar. 

A bula diz que é normal que, enquanto seque, a máscara cause sensação de formigamento, mas eu não senti isso. Enquanto seca ela muda de cor (passa de esverdeada a cinza) e fica meio rígida a ponto de ficar difícil mover o rosto, o que é meio bizarro.

Detalhe fofo da caixinha

O resultado é um efeito Cinderela que dura até três dias. Minha pele é oleosa e ficou mais sequinha, mas sem ressecar. Também ficou super lisinha, bem sedosa ao toque e com aquele brilho saudável bem de leve, e alguns cravos foram removidos. Acredito que com o uso contínuo isso melhore bastante.

Paguei R$ 199,00 a embalagem com 50g na Sephora. Talvez em lojas gringas agora seja possível encontrar por um preço melhor, mas na época estava quase equivalente ao das lojas nacionais, e se fosse taxada sairia bem mais caro.

A Glam Glow não é testada em animais e é vegan, ou seja, não contém ingredientes de origem animal.                                                                                                                                                    


EDITADO - 16/12/2014
Gente, concordo que é um produto caro! Eu mesma adiei por vários meses a compra e pensei bastante antes de decidir. Porém acredito que compense mais investir em bons produtos para o tratamento da pele do que em produtos de maquiagem como uma base com cobertura mais alta, por exemplo. Com a pele bonita e saudável todo make fica bem mais bonito! ;-)
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