quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Playlist: Maná

Quando penso no Maná, a primeira palavra que me vem à cabeça é: fofo.

Conheci o Maná de um jeito inusitado: depois que voltei pro Paraná, eu estudei num colégio católico MUITO quadrado, do tipo que qualquer atividade diferente proposta por um professor já era mal vista (uma vez nosso professor de educação física nos deu duas aulas de xote; a diretoria determinou que aquilo não podia continuar, porque os alunos não podiam ser incentivados a tocarem uns nos outros HAHAHAHAHA gente, a que ponto chegamos: depois eu fiz cinco anos de dança de salão, fui partner do meu instrutor por metade desse tempo, ensinei um monte de gente e nunca tive qualquer situação desrespeitosa da parte de ninguém. O povo não entende nada mesmo). Apesar disso, um dia o professor de espanhol chegou na sala de aula com um violão e cantou e tocou uma música do Maná, Rayando el Sol. Foi uma coisa inusitada, fofa e ligeiramente transgressora (rs), e que me apresentou a uma banda que eu adoro até hoje.


Maná é uma banda mexicana fundada em 1987 e que mistura pop rock, pop latino, calypso, reggae e ska. É considerada a banda latino-americana mais influente e bem-sucedida do mundo e já vendeu mais de 40 milhões de discos. No Brasil, ficou conhecida com a música Vivir sin Aire, que fez parte da trilha sonora da novela Mulheres Apaixonadas, em 2003, e também com Angel de Amor que tocava nas rádios sem parar na mesma época.

O álbum mais recente é de 2015 e se chama Cama Incendiada. Mas eu gosto mesmo das mais antigas.

Clavado em un Bar



En em Muelle de San Blás



Baila Morena (feat. Zucchero) (pena não ter achado vídeo da versão estúdio, que é bem mais legal!)


Manda una Señal



Rayando el Sol


Vocês já conheciam? Curtem também?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Oh my God, we're back again

Aí que a blogueira some por semanas e volta como se nada tivesse acontecido, né?

Pois não é que aconteceu que alguém apostou com o Bill Gates que a Microsoft nunca mais conseguiria produzir algo tão ruim quanto o Windows ME, mas ele bateu o pé e ela conseguiu se superar e lançou o Windows 10?

- Fica aí, Louis... mâmis tá brava

Sério, gente. Meu computador morreu por quase um mês depois da atualização. No primeiro momento foi tudo lindo, meus arquivos todos na pasta Windows.old. Dois dias depois ele instalou automaticamente uma nova atualização, sem pedir autorização nem nada, reiniciou e todos os meus arquivos DOC e PDF tinham sumido, incluindo milhares de arquivos importantes do meu trabalho. E lógico que muita coisa era recente e não tinha backup.

Passei três semanas tentando salvar as minhas fotos em discos virtuais - não dava pra jogar em pen drives nem HD externo porque estavam inexplicavelmente protegidas contra cópia. Mas enviar por e-mail dava, e foi o que eu fiz: enchi minhas cinco contas do Gmail com fotos e vídeos pessoais. Nem pensei em tentar salvar minhas músicas, porque ia surtar: tem mais de dez anos de MP3 aqui!

Foi BEM cansativo.

Isso deu um trabalho absurdo, mas era o único jeito de fazer backup antes de tentar retornar ao Windows 7 e ver se conseguia recuperar meus arquivos. Mas quando fui tentar fazer a reversão (antes dos 30 dias do prazo dado pela Microsoft pra retornar à versão anterior) ela não estava disponível.

Aaaahhhhhhh não acreditoooo!

Passando por fóruns de discussão, eu soube do aplicativo Recuva, que é capaz de recuperar arquivos perdidos. Ele encontrou algumas coisas, mas a enorme maioria dos meus arquivos já tinham sido sobrescritos - e perdidos para sempre.

Ainda não tenho uma avaliação muito precisa sobre o estrago, mas acho que também nem quero ter, só sei que bagunçou geral a minha vida e agora cada trabalho que eu vou fazer me toma o triplo do tempo, já que a maioria dos meus modelos de peças e todos os meus registros de andamento processual foram comidos pelo Windows 10. Além de posts pro blog que estavam prontos. Pois é.

 - Vishhh cansei dessa parada aí, vou tirar uma soneca enquanto mâmis resolve

Tô dedicando tanto tempo quanto possível pra colocar ordem na casa de novo, então tenham paciência e não briguem muito comigo, ok?

Alguém mais passou por isso com o Windows 10? Junte-se a nós e conte o seu drama! 

* Os pets são todos meus, inclusive Zequinha, meu gato estagiário!

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Links da semana

Semana passada estava lendo um texto qualquer e aí fui seguindo links, que levaram a outros links e mais outros e assim por diante até que fui parar no sensacional Menos 1 Lixo. Vocês já conhecem? Lá se fala de vida sustentável de forma prática, sem frescura e sem paranoias, tratando de consumo consciente de uma forma bem fácil de entender e pôr em prática. Um dos links da semana veio de lá!

1. Prédio residencial terá mais de 100 árvores na fachada!


2. A Faber Castell misturou pixel art (quem mais fazia? Eu era apaixonada!) com a mania dos livros de colorir e e lançou Color PXL: desenhos quadriculados pra baixar, imprimir e pintar. Uma fofura!


 
4. O que acontece se você parar de comer carne só de segunda-feira?

5. O amor bom é fácil (discordo desse texto em muitos pontos, mas vale a reflexão, além de ser uma delícia de ler!)

6. Um pai conta em quadrinhos os diálogos que tem com seus filhos Daniel e Bianca


7. O mundo anda hostil

"Nós criamos laços. Nós nos permitimos isso. E é essa a mágica da vida: descobrir o outro 
para além do superficial."

E vocês, o que andam lendo de bom na internet?

domingo, 15 de novembro de 2015

O mundo tá 8 ou 80

Faz tempo que venho pensando em falar sobre isso e acho que chegou a hora, porque olha: tô cansada. E acho que vocês também estão.

Tenho visto três comportamentos extremamente irritantes ultimamente, tanto na infernet internet quanto fora dela:
1. Mania de levantar bandeira pra tudo
2. Falta de empatia com os outros
3. Criticar tudo.

E qual é a parte mais mala disso tudo? É que esses três comportamentos vem de pessoas com pensamento raso, que nem tiram um minuto pra pensar sobre o que estão dizendo e saem distribuindo seus comentários insensatos e raivosos mundo afora.


Tenho notado isso relacionado a vários eventos recentes, como o resgate dos beagles do Instituto Royal, o acidente dos porcos do Rodoanel, a discussão sobre a legalização do aborto no Brasil e agora, nesse final de semana, os atentados terroristas em Paris.

Explico.

Quando dezenas de voluntários se organizaram pra resgatar os beagles, houve uma enorme comoção porque muita gente até então não tinha noção de como eram tratados os animais de laboratório. É fácil falar que, em nome da segurança das pessoas, os medicamentos e cosméticos devem ser testados em animais, não é? Mas quando o preço da desinformação e da futilidade vem à tona, todo mundo se choca. E o comentário mais imbecil que eu li sobre esse resgate foi: "Do que adianta irem resgatar os cachorros, se os ativistas não são veganos?"

Sério.

Que diferença faz para aqueles cachorros se os ativistas são veganos? Eles salvaram a vida de dezenas de cachorros condenados a sofrer por anos em um maldito laboratório, tiraram esses animais de lá e deram a eles a chance de uma vida normal, cercados por uma família amorosa, com uma casa decente sobre suas cabeças, cuidados veterinários e carinho. Veganismo é importante sim, mas qual a relação entre uma coisa e outra?

Sobre a questão dos porcos do Rodoanel, não vou dizer mais nada porque a Leticia escreveu o texto mais sensato que eu li sobre o assunto e eu assino embaixo.

Aí, quando se fala sobre a questão do aborto, a gente parece cair num buraco sem fim de discussões, teorias, crenças e gente intolerante. Deixando uma coisa bem clara: sou a favor da legalização sim. O que não é a mesma coisa de ser a favor do aborto. Legalizar aborto não significa que ele será usado no lugar de métodos contraceptivos; isso não acontece em nenhum dos países onde ele é legalizado. Acontece que, como advogada, eu vejo todos os dias que a Justiça é lenta, burra, cega, surda, muda e estúpida. Não importa o que a Lei diz, porque a Justiça funciona mal. Mas MUITO mal. Vocês acham que toda mulher agredida sexualmente consegue comprovar isso na Justiça? Vocês acham que todo processo é julgado a tempo? É mais provável que, quando o juiz finalmente se dignar a dar a sentença concedendo o abortamento, a criança já tenha três anos de idade OU a mulher já tenha morrido em decorrência de um aborto clandestino. Toda mulher é uma vítima em potencial, mas o que eu mais vejo é gente sem noção (e normalmente mulheres!) dizendo coisas do tipo: comigo nunca vai acontecer, eu não ando sozinha à noite na rua, não uso roupas provocantes então não chamo a atenção de agressor; eu jamais abortaria mesmo se não quisesse o filho; é só ter a criança e entregar pra adoção; e mais uma vez as vítimas são as culpadas e as mulheres são tratadas como bruxas que devem ser queimadas na fogueira porque não tem coração e são capazes de matar seus filhos que não tem chance de se defender.

Empatia zero. Nem toda agressão é comprovada, nem toda mulher tem como se defender, nenhum método contraceptivo é infalível e nem toda mulher nasceu pra ser mãe. Os americanos tem um ditado popular que diz que você não pode julgar uma pessoa antes de calçar os sapatos dela e andar uma milha com eles. Você acha errado? Não faça. Mas não julgue os outros, porque você nunca vai saber a situação inteira.

É justo?

Os atentados terroristas em Paris que aconteceram dias atrás mataram mais de 100 pessoas, deixaram outras incontáveis em choque e despertaram a solidariedade do mundo todo. Onde já se viu sair de casa pra se divertir e não voltar nunca mais, tudo por obra de uns cretinos malucos que se julgam no direito de sair dando tiros de metralhadora em pessoas inocentes? Não vejo como não se sensibilizar com a dor dessas famílias que perderam seus entes queridos nesse ato horrendo. Aí de novo vem os chatos levantadores de bandeira gritando ao mundo que é um absurdo mostrar solidariedade à França mas não ao desastre ambiental ocorrido em Mariana nessa mesma semana, que destruiu o ecossistema local e deixou milhares de pessoas desabrigadas e sem água potável. 


De novo: o que tem uma coisa a ver com a outra? Botar a bandeira da França na sua foto do Facebook não significa que você não liga para o que aconteceu em Mariana. Aliás, se o Facebook houvesse disponibilizado a bandeira de Minas também, zilhões de pessoas teriam aderido. Quem tá aí criticando as fotos com bandeira francesa, fez alguma coisa pra ajudar as vítimas de Mariana? Foram lá ajudar as pessoas e animais, doaram água, alimentos, remédios? Acho que não, né? 


Então, gente, acho que o negócio é o seguinte: menos julgamento, menos reclamação e mais atitude. Abrir a mente e os ouvidos pra opiniões diversas nunca matou ninguém. Guardar suas opiniões ao invés de esbravejá-las como verdades absolutas também não. Colocar uma bandeira na sua foto de perfil é algo maravilhoso porque demonstra que a humanidade se uniu em solidariedade às vítimas de um ato cruel e insano, mas não define quem você é. Você não sabe o que os outros fazem quando ninguém está olhando e sair cuspindo julgamentos não ajuda ninguém. 

Uma coisa não exclui a outra.

Demonstrar amor nunca é demais.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Oceano Perdido - Johanna Basford

Já contei que amo o Jardim Secreto, né? Comprei um, pintei umas páginas, comecei a seguir a autora Johanna Basford no Instagram e fiquei com macaquinhos no sótão desde que ela começou a postar partes de ilustrações com polvos e peixinhos. Quando ela finalmente contou qual seria o tema do próximo livro, eu SABIA que PRECISAVA ter um.

Lost Ocean, ou Oceano Perdido, foi lançado só há alguns dias e os fãs do Jardim Secreto e da Floresta Encantada já surtaram. Comprei o meu no pré-lançamento na Saraiva (comprei mais dois outros livros também, mas isso é assunto pra outro post), chegou ontem e tudo que posso dizer é que estou completamente apaixonada.

Tem zilhões de peixes, tartarugas, polvos, crustáceos, baleias, plantas aquáticas, castelos, diamantes escondidos, tesouro naufragado, navio pirata e diversão para horas. Na verdade, para anos. 

O livro é muito muito MUITO lindo e eu tirei umas fotos pra vocês surtarem junto comigo!








No final do livro ainda tem uma última fofura: começa com uma folha dupla, que você abre... 


E vira um desenho enorme de folha quádrupla!


Amei tudo e já comecei a apontar meus lápis azuis pra começar a diversão.
Mais alguém tá nessa? =D

P.S.: Obrigada por todas as mensagens de carinho no post anterior! Vocês são lindos! s2
Tenho certeza que o Boris está bem e jogando bola o dia inteiro!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Boris



Eu já tive medo de muitas coisas.

Tive medo do escuro e de ETs. Tive medo de mudar de cidade e não conseguir me adaptar. Tive medo de dirigir e de causar acidentes. Tive medo de não passar no vestibular, de não gostar da faculdade, de não passar na prova da OAB e depois de não conseguir trabalho. Tive medo de fazer minha primeira audiência. Tive medo de morrer durante uma cirurgia plástica. Tive medo de chover no dia do meu casamento e estragar toda a decoração que planejamos ao ar livre e tive medo do meu vestido de noiva não ter sido ajustado direito quando chegasse o dia. E tive um medo enorme de quando chegasse o dia em que o Boris, nosso labrador de 14 anos, partisse.

Esse dia chegou há um mês.

O Boris era inicialmente do Rodrigo. Quando começamos a namorar, eu tinha um porquinho da Índia e ele, quatro cachorros. Boris era o mais fofo deles, o mais dócil e pra mim, o mais carinhoso também. Lembro de o haver descrito, quando o conheci, como um labrador adorável. Foram sete anos e meio de convivência e assim ele foi durante esse tempo todo.

Ele adorava brincar de bola, dormir no tapete da sala e escapulir para as nossas cobertas, e dormia enquanto tomava banho. Precisávamos acordá-lo quando o banho dele terminava.

E sabe do que eu mais sinto falta? Dos cafés da manhã com ele. Ao me ver entrar na cozinha, ele vinha de onde estivesse e se sentava na frente do armário dos biscoitos, abanando o rabo daquele jeito bagunçado, esperando pelas bolachas de maisena.

Ele partiu porque chegou a hora, nesse exato cômodo onde agora eu escrevo. Deus nos livrou de ver nosso cachorro tão amado sofrendo, porque animal nenhum merece sofrer no final da vida e ele simplesmente dormiu. Tive tempo de dar nele todos os abraços, todos os beijos (que ele não gostava), de coçar sua barriga, de dizer o quanto o amo e de dormir ao lado dele.

As palavras faltam... Ficou uma saudade enorme.


...

"Eu me dei conta que cada vez que um dos meus cachorros parte, ele leva um pedaço do meu coração com ele. Cada vez que um cachorro novo entra na minha vida, ele me abençoa com um pedaço do coração dele. Se eu viver uma vida bem longa, com sorte, todas as partes do meu coração serão de cachorro, então eu me tornarei tão generoso e cheio de amor como eles."

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Meu casamento: a festa

Já falei sobre tudo que envolveu o meu casamento, agora vamos à festa!

Quando chegamos no salão depois de fazer as fotos no portinho, nossos convidados já estavam todos lá e o pessoal do buffet já tinha começado o serviço do finger food.

O serviço do Tigre Asiático foi uma surpresa super boa. Nós não conhecíamos comida tailandesa e nem tivéramos muito contato com finger food até então, e adoramos quando fizemos a degustação (naquele dia que meu cabelo pegou fogo, kkk). Nossos convidados também elogiaram bastante e meu coração até bateu mais forte de saudade quando fui selecionar as fotos pro post, vi a do menu e lembrei do risoto de arroz thai com shitake e lascas de coco. Ai ai.

Bora lá!

Para a decoração do salão queríamos algo com cara de praia mesmo, então tudo bem leve, cores claras e alegres. Optamos por gérberas e rosas em tons de coral, cor de rosa e laranja, além das folhagens, tudo em arranjos de vidro. Em alguns pontos tinha também alguns pendentes com velas.




As almofadas dos sofás seguiram o mesmo padrão de cores das flores. Na mesa de bem-casados coloquei alguns porta-retratos com fotos minhas com o Rodrigo e também dos pais dele.


O DJ pôs pra tocar All Star do Smash Mouth para a nossa entrada no salão. Foi bem divertido!






 Med amigos

 Paulo Pessagno, o sogro do meu irmão, deu uma palhinha pra gente

 Aquela hora do "daqueeeele maldiiito momeeento até hoooje sóóó vocêêê" (quem nunca?)


Irmã e Mâmis!

Cunhados!

Saudade da mesa de docinhos também...

A ilha de saladas e algumas das entradinhas

Papis

E essa galera linda e competente que trabalhou muito pra tudo ser perfeito e superar todas as expectativas!


Local e decoração: Village Praia do Rosa
Cerimonialista: Ivana Wathier
Música: Roni, Ronaldo, DJ Santiago e Paulo Pessagno
Bem-casados, mesa de doces e de café: Doces Finos Floripa

=^.^=



Long Prom Dresses
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...